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Dia do Trabalho e do Trabalhador: histórias que constroem a UniVS todos os dias

Neste 1º de maio, a UniVS celebra as trajetórias de colaboradores que ajudaram a construir sua história, mostrando que tempo de casa também significa pertencimento, transformação e legado.

01/05/2026 08:00 am - Atualizado em 30/04/2026 17:30 pm - COMPARTILHE: - + Imprimir

Neste 1º de maio, Dia do Trabalho e do Trabalhador, o Centro Universitário Vale do Salgado (UniVS) celebra as trajetórias de colaboradores que ajudaram a construir sua história. Mais do que tempo de serviço, essas caminhadas representam pertencimento, transformação e legado.

Entre essas histórias estão as de Maria de Fátima Ribeiro Lima, colaboradora técnico-administrativa, e do professor Norberdson Fernandes Silva, que acompanham de perto a evolução da instituição e ajudam a fortalecer sua presença na região. Confira.

“Cada história tem um peso humano muito maior do que a gente imagina, e isso nunca deixou de me tocar”

Maria de Fátima Ribeiro Lima ingressou na então Faculdade Vale do Salgado (FVS), em 2008, como técnica-administrativa. Desde então, passou pelo atendimento ao público, atividades administrativas e suporte aos processos seletivos.

Ao longo de 17 anos, acompanhou a expansão da instituição, com a construção de um novo campus e a ampliação da oferta de cursos.

Entre os trabalhos que mais lhe trazem orgulho está a organização do fluxo acadêmico e a implantação do sistema digital, que ajudou a otimizar processos internos.

Para ela, permanecer em uma instituição deve ir além da estabilidade profissional. “Não é o trabalho em si, mas o significado que ele carrega”, afirma.

Mesmo diante dos desafios da rotina, ela destaca que o propósito continua sendo o principal motivador.

“Aprendi que cada história tem um peso humano muito maior do que a gente imagina. Existe a sensação de que, através do meu trabalho, posso dar voz a alguém que talvez nunca seria ouvido”.

A permanência como construção coletiva

O professor Norberdson Fernandes Silva também iniciou sua trajetória quando a instituição ainda se chamava Faculdade Vale do Salgado (FVS). Desde então, acompanhou o crescimento estrutural, pedagógico e regional.

Durante o período das aulas remotas, viveu um dos momentos mais desafiadores da carreira: conciliar as aulas com os cuidados ao pai doente em casa.

Mesmo diante das dificuldades, seguiu.

Entre suas maiores realizações está a publicação de um livro físico sobre Reforma Tributária, desenvolvido em conjunto com seus alunos.

Para ele, o pertencimento se constrói na convivência e no compromisso coletivo.

“Uma equipe é algo que não se forma apenas numericamente. Muito embora tenhamos naturalmente mudanças no quadro de docentes, sempre conseguimos manter um espírito de equipe pela convivência partilhada entre conquistas e desafios”, afirma.

Ao definir o significado do trabalho em uma palavra, ele escolhe: dignidade.

O futuro também se constrói com pessoas

Histórias como as de Fátima e Norberdson mostram que o tempo de casa não se resume a anos de serviço. Ele representa confiança, adaptação, superação e compromisso com um projeto coletivo.

“A permanência longa é uma consequência de relações que são saudáveis, de oportunidades que são reais, de desenvolvimento, de confiança mútua. Então, muitas pessoas ainda buscam, sim, vínculos duradouros desde que faça sentido para sua carreira e também para sua qualidade de vida”, considera Tatiana Araújo Felizardo, coordenadora do Departamento de Recursos Humanos da UniVS.


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