A diferença salarial entre quem tem graduação e quem não tem é, no Brasil, uma das maiores do mundo. Afinal, fazer faculdade vale a pena? Será que realmente compensa financeiramente? Neste artigo, reunimos dados para responder com clareza se vale a pena fazer faculdade.
Analisamos também o que, além do diploma, influencia mais a renda no mercado de trabalho. Confira ainda como escolher entre as faculdades no Ceará!
Sim, a diferença salarial é considerável. Segundo dados do IBGE divulgados no Portal Band.com.br, em 2024, os profissionais com graduação recebiam, em média, R$ 7.094,17 mensais. Já os trabalhadores sem diploma recebiam R$ 2.441,16, o que representa cerca de três vezes menos. Entender essa diferença salarial é fundamental para quem está avaliando qual faculdade fazer.
Essa disparidade exerce influência direta nas escolhas de quem está planejando a carreira. Os profissionais com diploma acessam cargos melhor remunerados, planos de carreira mais estruturados e, frequentemente, benefícios indiretos que elevam ainda mais a renda total.
Conhecer esses dados é o primeiro passo para tomar uma decisão bem embasada sobre o futuro acadêmico, ou seja, sobre não fazer ou fazer faculdade.
O relatório da OCDE confirmou que brasileiros entre 25 e 64 anos com graduação recebem 148% a mais do que os formados apenas no ensino médio.
A média global entre os países da OCDE é de 54%, o que posiciona o Brasil entre as economias com maior disparidade educacional na renda do planeta.
Uma pesquisa do FGV-IBRE, divulgada pela CNN Brasil em outubro de 2024, mostrou que o diferencial chegou a 126% no segundo trimestre daquele ano. Em 2012, esse índice era de 152%.
A queda revela o crescimento da oferta de mão de obra qualificada nas últimas décadas, mas não elimina a vantagem competitiva e financeira de quem possui um diploma.
Já o IPEA destacou que, quando a comparação envolve trabalhadores com menos de um ano de escolaridade, a diferença salarial pode chegar a impressionantes 386% para quem possui graduação completa.
É um número que não deixa dúvidas sobre o impacto da educação na conta bancária.
Enquanto a OCDE aponta média de 148% no diferencial salarial educacional, os dados específicos do IBGE em 2024 mostram diferença ainda maior em algumas ocupações.
É importante considerar que esses valores representam médias nacionais. Em áreas como Tecnologia da Informação, Medicina e Direito, a renda de profissionais com graduação pode superar esse patamar médio.
Já em setores com menor exigência de qualificação, a diferença tende a ser menor, mas ainda assim favorável àqueles que optaram por fazer faculdade.
A graduação é decisiva, mas não é o único fator que determina o salário final. A área de atuação, o tempo de experiência, a localização geográfica e o porte da empresa onde se trabalha também pesam bastante na balança. Segundo o IPEA (2023), três elementos principais explicam o diferencial de rendimentos:
Ou seja, fazer faculdade vale a pena, e muito! Porém, a escolha do curso certo faz toda a diferença. Por isso, fique de olho nas tendências e prepare-se adequadamente para o mercado de trabalho.
Além disso, vale mencionar que o conhecimento adquirido durante a faculdade também é um componente importante para a valorização profissional. “Estudar na UniVS foi uma virada de chave muito grande, sabe? Porque aqui os professores me mostraram o que de fato é a contabilidade, me mostraram como que ela é e como ela pode contribuir pras empresas”, afirmou Kauã Melo, estudante de Ciências Contábeis da UniVS.
Considere igualmente fazer networking: durante a graduação, o estudante constrói uma rede de contatos com colegas, professores e empresas parceiras. Essa rede, muitas vezes subestimada, pode facilitar a conquista de um emprego e promoções que não aparecem em processos seletivos tradicionais.
Entenda, agora, os principais aspectos que afetam a diferença salarial no mercado de trabalho. Os critérios que mais definem o nível de remuneração são:
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Sim, vale a pena fazer faculdade quando consideramos o Retorno sobre O Investimento (ROI) no decorrer de toda a carreira. A diferença salarial acumulada em 20 ou 30 anos de trabalho supera, e muito, o custo de um curso superior.
Com disciplina, é possível conciliar o trabalho e os estudos, reduzindo o impacto financeiro da formação.
O cálculo do ROI de uma graduação depende do curso, do estado e do salário inicial. Compreenda com um exemplo prático: quem paga R$ 800,00 por mês em um curso de quatro anos investe R$ 38.400,00 no total. Considerando que a diferença salarial pode ser de R$ 4.000,00 mensais ou mais após a formação, o investimento se paga em cerca de 10 meses de trabalho após a formatura.
Isso comprova que, na maioria dos cenários, fazer faculdade vale a pena do ponto de vista financeiro. Além do ganho monetário, a formação universitária oferece benefícios que o salário não captura de imediato:
A diferença salarial entre graduados e não graduados é, comprovadamente, expressiva no Brasil. Os dados da OCDE, do IBGE e do FGV confirmam: o diploma universitário pode mais que dobrar a renda. Mesmo que fatores como a área de atuação e a experiência também influenciem, a graduação amplia as oportunidades profissionais.
Se você ainda tem dúvidas sobre se vale a pena fazer faculdade, os números falam por si. Invista em sua formação e abra portas para um futuro com remuneração e carreira mais sólidas. Quer descobrir qual graduação combina com o seu perfil? Faça o quiz da UniVS agora mesmo e dê o primeiro passo para sua carreira!
Este conteúdo foi revisado pela equipe de especialistas da UniVS, reforçando o compromisso da instituição com informações educacionais confiáveis e atualizadas.